quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
TESTEMUNHO: Filipinas: “somos menos que uma gota do oceano, mas vale a pena”
Este é o desabafo da Ir. Luciene de Cesaro, que vive nas Filipinas, há quase cinco anos. Determinada a ser missionária desde os onze anos de vida, esta gaúcha de Farroupilha, pertencente à Congregação das Servas da Divina Providência está feliz com as atividades de sua comunidade.
“Até setembro do ano passado eu estava em Cagayan de Oro, Mindanao - Philippines mas fui transferida para esta nova comunidade onde somos duas brasileiras: a Ir. Maria José do Nascimento Marinho, de Marituba PA e eu - diz Ir. Luciene Imersas na atividade pastoral da Igreja, as duas religiosas vivem em Taytay - Rizal, na paróquia S. Lorenzo Ruiz, a mais ou menos 25/ 30 Km de Manila. “Aqui trabalhamos em colaboração com nossos Irmãos de Carisma: os Pobres Servos de Divina Providencia.
A Ir. Maria José trabalha como enfermeira numa pequena clínica administrada pelos nossos Irmãos e nos finais de semana acompanha o grupo de jovens e a promoção vocacional da paróquia. Eu trabalho só na pastoral fazendo diversas atividades ligadas no engajamento com as CEBs”. Ir. Luciane desce cedo nutriu o sentimento e o desejo de ser religiosa.
Diz ela: “Quanto à minha experiência, aos 11 anos de idade, um grupo de missionários visitou nossa escola. Deus através deles, colocou no meu coração o desejo de dedicar minha vida aos outros. Escolhi a vida religiosa. Trabalhei em países diferentes fazendo atividades diversas e ganhei muito em cada um. Agora fazem quase cinco anos que estou nas Filipinas e só Deus sabe quanto agradecida eu me sinto por trabalhar com este povo que transmite tantos valores!!!
O desafio enorme é: como ajudar os mais pobres a fazer uma experiência integral de libertação num sistema tão opressor e alienante? Nós somos menos que uma gota no oceano, mas vale a pena!
Fonte: http://www.pom.org.br/download/jornal/jpm_36_%20jun_2015.pdf
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Senta que lá vem a historia: A feira de escravos
Sede livre do pecado e escravo de um amor incondicional
Naquele momento, o vendedor
oferecia um rapaz de cerca de 18 anos, e apregoava as qualidades do futuro
escravo: Bons dentes, muito forte, de saúde perfeita…
O missionário, impressionado
com a situação, resolveu comprar aquele moço, para libertá-lo.
Feita a compra, foi com o jovem
até a sua casa e lhe ofereceu alimentação. Depois disse que ele podia ir para
onde quisesse, porque agora era livre. Mas o moço respondeu: “Eu não quero e
não posso ficar livre, pois assim vão me pegar e vender novamente. Por favor,
quero ser seu escravo. Servindo o senhor, eu me considero livre”.
Assim somos nós: Livres quando
somos escravos de Deus, numa obediência responsável, criativa e amorosa e filial.
O pecado nos escraviza e só
seremos livres se mantivermos presos ao amor que Deus tem por nós.
“Eis aqui a escrava do Senhor.
Faça-se em mim conforme a tua palavra” (Lc 1,38).
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
NOTICIAS ÁSIA/PAQUISTÃO - Comissão “Justiça e Paz”: “O governo deve proteger os institutos educativos”
Lahore (Agência Fides) – Firme condenação do atentado à Bacha Khan University de Charsadda, que deixou 21 mortos e 60 feridos, reivindicado pela organização dos talibãs “Tehrik-i-Taliban Pakistan”: é o que manifesta a Comissão nacional “Justiça e Paz” da Conferência Episcopal do Paquistão. Em nota enviada à Fides, pe. Emmanuel Yousaf Mani, presidente da Comissão, e Cecil Chaudhry, Diretor executivo, observa: “o Paquistão está em segundo lugar no mundo entre os países com a mais alta dispersão escolar, enquanto apenas 5% dos alunos chega até o ensino superior no país. É essencial que o governo adote medidas necessárias para garantir a segurança de todas as instituições educativas, para proteger aqueles que trabalham para formar um Paquistão melhor”.
A Comissão expressa a proximidade da Igreja católica à população de Charsadda no momento de dor e pede que os culpados sejam levados à justiça. “Este trágico evento provocou choque e luto em todo o país. Rezamos pelas vítimas inocentes deste horrível ataque e por suas famílias. Deus lhes conceda a força para enfrentar esta irreparável perda”, conclui a mensagem. (PA) (Agência Fides 21/1/2016)
Fonte: http://www.fides.org/
domingo, 7 de fevereiro de 2016
sábado, 6 de fevereiro de 2016
Hora de brincar: Nosso Padroeiro São Francisco Xavier
Olá Caríssimos Missionários,
A dica de brincadeira de hoje é um quebra-cabeça com a nosso padroeiro São Francisco Xavier.
Compartilhe conosco suas atividades realizadas no grupo, através do email iam.osasco@gmail.com.
Abraço Missionário, até breve.
A dica de brincadeira de hoje é um quebra-cabeça com a nosso padroeiro São Francisco Xavier.
Compartilhe conosco suas atividades realizadas no grupo, através do email iam.osasco@gmail.com.
Abraço Missionário, até breve.
"De todas as crianças do mundo, sempre amigos"
"De todos los ninõs del mundo, siempre amigos"
"From all children in the world, always be friends"
"From all children in the world, always be friends"
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016
Oração do Animador Missionário
Deus, nosso Pai, nós te louvamos e te bendizemos
pela animação missionária que realizamos por meio de teu Filho Jesus,
caminho certo a seguir, Verdade que liberta e Vida que salva.
Envia sobre nós o Espírito Santo,
para que as nossas comunidades sejam sinal de vida
e de esperança para todos.
Desperta vocações missionárias
e protege os que anunciam o Evangelho,
tornando o teu nome conhecido em todos os cantos do mundo.
Abençoa o esforço desenvolvido por todos os animadores missionários,
para que nossas igrejas locais se tornem cada vez mais missionárias
e responsáveis pela evangelização do mundo.
Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe,
faz-nos seguidores de teu Filho Jesus,
e fortalece em todas as pessoas o compromisso de construir,
neste Terceiro Milénio,
um mundo de amor, de Paz e de Bem.
Amém.
Fonte: http://www.capuchinhos.org/
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Formação Missionária: 3º Compromisso - Repartir nossos bens com os que não têm, mesmo à custa de sacrifícios
Este compromisso surgiu junto com a Obra, quando Dom Carlos convidou as crianças da França a ajudar as crianças da China. Ele pediu a elas uma moedinha por mês para cooperar com os trabalhos dos missionários em favor das crianças. O cofrinho é hoje um dos pilares que sustentam o carisma da Infância e Adolescência Missionária. Com as moedinhas dos cofinhos são ajudados mais de 3 mil projetos no mundo, voltados para crianças e adolescentes.
Este exemplo nos vem desde a época dos apóstolos: "aqueles que possuíam terras ou casas as vendiam, traziam o dinheiro e o colocavam aos pés dos apóstolos." (At 4,34s). As primeiras comunidades já faziam sacrifícios para ajudar os irmãos mais necessitados. Nós devemos também ajudar as crianças do mundo com o nosso sacrifício.
Senhor, ensinai-nos a sempre ajudar a
quem precisa, mesmo que isso nos custe
algo que é importante para nós. Amém!
Fonte: http://garotadamissionaria.blogspot.com.br/
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016
TESTEMUNHO : Novo ardor na vida missionária em Cuamba, Moçambique
A vida missionária na paróquia São Miguel
Arcanjo em Cuamba, Moçambique e na paróquia
São José em Mitucue, prossegue com muito ardor
A comunidade das missionárias brasileiras Raí
Soares, Elza Santos e da leiga Celia Cota está muito
atarefada com as atividades junto à paróquia.
Informa Raí Soares que a paróquia tem uma
obra chamada Centro Nutricional José Alamano,
dos padres da Consolata, que é um espaço de
recuperação de crianças mal nutridas, onde damos
apoio na pesagem das crianças, orientação aos
familiares e ajuda com leite. As atividades são as
mais diversas.
Somente com a infância missionária são mais de 1600 crianças. Porém, outros serviços são feitos como com os vocacionados, que são 26 jovens; o acompanhamento ao dízimo; assessoria à equipe econômica da diocese e o apoio à pastoral de saúde.
No trabalho social há um acompanhamento com as escolinhas para idosos; apoio a idosos com horta; corte e costura para mulheres e jovens. Também como Professora na escola secundária Padre Eugenio Menegon – uma escola universitária da Diocese de Lichinga e coordenadora acadêmica dos cursos de mestrados e licenciaturas nos finais de semana na Universidade Católica de Moçambique – Faculdade de Agricultura. Na comunidade de Mitucue também são realizados trabalhos com crianças, mulheres, jovens e adultos.
No dia a dia são muitos os fatos que acontecem na vida de uma missionária. Raí descreve alguns, que muitas vezes não consegue entender. Por exemplo: Odir, odir, odir (licença) alguém sempre vem a nossa casa à procura de algo como: emprego, comida, dinheiro, remédio, caderno, caneta...
Na escola, os estudantes sempre dão desculpa que faltaram porque estavãm com dor de cabeça, ou alguém na familia ou vizinho perdeu a vida (morreu), ou estava de baixa (internado no hospital) para justificar a perda de uma avaliação. Quando viaja-se de carro, alguém a faz parar e pergunta: Pra onde a viagem? se eu tivesse sabido, poderia aproveitar para passear ou conhecer o tal lugar.
Todos querem boleia (carona) não importa pra onde.
Contam seus problemas com muitos detalhes e depois acham que temos obrigação de ajudá-los e não entendem se dissermos não. Uma vez um papa (senhor) me disse: vocês brancos tem muito dinheiro, eu respondi: não temos. Nós temos que trabalhar para conseguir alguma coisa. Ele respondeu: não acreditamos, nós não conseguimos perceber (entender). Duas perguntas: -Quais são as maiores alegrias?
Raí responde: Conviver com o povo Macua, acompanhar os processos de crescimento das crianças e dos jovens nas escolas e em outros momentos. Alegria de estar a serviço do Reino de Deus e fazer tudo com amor. Procurar ser um com eles. Sentir-se em casa. Encontro com a equipe missionária. Convivência fraterna. Maiores Dificuldades? Malária que vem de vez em quando. -Por que escolheu ser missionária? Para servir e doar-me sem limites ao trabalho ao Reino de Deus.
Fonte: http://www.pom.org.br/download/jornal/jpm_36_%20jun_2015.pdf
Somente com a infância missionária são mais de 1600 crianças. Porém, outros serviços são feitos como com os vocacionados, que são 26 jovens; o acompanhamento ao dízimo; assessoria à equipe econômica da diocese e o apoio à pastoral de saúde.
No trabalho social há um acompanhamento com as escolinhas para idosos; apoio a idosos com horta; corte e costura para mulheres e jovens. Também como Professora na escola secundária Padre Eugenio Menegon – uma escola universitária da Diocese de Lichinga e coordenadora acadêmica dos cursos de mestrados e licenciaturas nos finais de semana na Universidade Católica de Moçambique – Faculdade de Agricultura. Na comunidade de Mitucue também são realizados trabalhos com crianças, mulheres, jovens e adultos.
No dia a dia são muitos os fatos que acontecem na vida de uma missionária. Raí descreve alguns, que muitas vezes não consegue entender. Por exemplo: Odir, odir, odir (licença) alguém sempre vem a nossa casa à procura de algo como: emprego, comida, dinheiro, remédio, caderno, caneta...
Na escola, os estudantes sempre dão desculpa que faltaram porque estavãm com dor de cabeça, ou alguém na familia ou vizinho perdeu a vida (morreu), ou estava de baixa (internado no hospital) para justificar a perda de uma avaliação. Quando viaja-se de carro, alguém a faz parar e pergunta: Pra onde a viagem? se eu tivesse sabido, poderia aproveitar para passear ou conhecer o tal lugar.
Todos querem boleia (carona) não importa pra onde.
Contam seus problemas com muitos detalhes e depois acham que temos obrigação de ajudá-los e não entendem se dissermos não. Uma vez um papa (senhor) me disse: vocês brancos tem muito dinheiro, eu respondi: não temos. Nós temos que trabalhar para conseguir alguma coisa. Ele respondeu: não acreditamos, nós não conseguimos perceber (entender). Duas perguntas: -Quais são as maiores alegrias?
Raí responde: Conviver com o povo Macua, acompanhar os processos de crescimento das crianças e dos jovens nas escolas e em outros momentos. Alegria de estar a serviço do Reino de Deus e fazer tudo com amor. Procurar ser um com eles. Sentir-se em casa. Encontro com a equipe missionária. Convivência fraterna. Maiores Dificuldades? Malária que vem de vez em quando. -Por que escolheu ser missionária? Para servir e doar-me sem limites ao trabalho ao Reino de Deus.
Fonte: http://www.pom.org.br/download/jornal/jpm_36_%20jun_2015.pdf
terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
Senta que lá vem a história:O coração de pano
Havia, certa vez, um rapaz que só fazia o que não devia. Não estudava, não trabalhava, era briguento com todo mundo…
A mãe o aconselhava: “Filho, você está se comportando muito mal! Está destruindo sua vida”. Mas ele não dava ouvidos.
Um dia, a mãe fez um lindo coração de cetim vermelho, encheu-o de algodão e pregou na porta do guarda-roupa do filho. Toda vez que ele fazia uma coisa errada, ela fincava um alfinete no coração. Assim, o coração foi se tornando cheio de alfinetes.
O filho ficou encabulado com aquilo e perguntou à mãe o que significava. Ela explicou: “Aquele é o meu coração. Cada vez que você faz alguma coisa errada, é como se fincasse um alfinete no meu coração”.
O tempo foi passando, o moço começou a melhorar e a mãe foi retirando os alfinetes. Até que todos desapareceram.
O filho a procurou e disse: “Está vendo, mãe, consegui melhorar”. A mãe, com lágrimas de alegria, o abraçou e falou: “Muito bem, filho. Mas veja as cicatrizes que ficaram no coração de pano. Elas não estão no meu, mas no seu coração. Demoram a sarar, mas um dia vão desaparecer, e seu coração vai ficar mais forte ainda”.
Deus tem um coração terno e muito amoroso a nós. Que não o machuquemos. E, se Deus o livre, o fizermos, que tiremos logo os alfinetes através da Confissão.
Doce coração de Maria, sede a nossa salvação.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
NOTICIAS ÁSIA/CAMBOJA - Obras de caridade e peregrinações no Ano da Misericórdia
Phnom Penh (Agência Fides) – “Viver o Ano da Misericórdia no signo das obras de caridade inspiradas no Evangelho do Bom Samaritano e fazendo pelo menos uma peregrinação.” Foi o que pediu aos fieis o Vigário Apostólico de Phnom Penh, Camboja, Dom Olivier Schmitthaeusler, numa carta pastoral dedicada ao Jubileu da Misericórdia. No texto, enviado pelo vigário à Agência Fides, se ressalta: “Este é o programa do Ano Santo: “A misericórdia é o nosso coração que se dilata, convertendo-se e agindo concretamente para o próximo na maneira em que Jesus agiu. Deixem que o Bom Samaritano e o Cristo, que lava os pés de seus discípulos, os acompanhe neste 2016”.
Com o espírito de colocar em prática as obras de misericórdia, o prelado convida os fieis de todas as paróquias a escolherem um apostolado específico dentre os quais educação, assistência no campo da saúde, formação dos desempregados, ajuda aos deficientes, cuidado da criação e inclusão dos pobres.
Toda comunidade é convidada a escolher um dia do Ano Santo para fazer uma peregrinação num destes três lugares: Porta Santa da Catedral de Phnom Penh, santuário dos mártires cambojanos e à igreja de Nossa Senhora de Mekong, em Arey Ksat.
Todos os católicos cambojanos, destaca, são chamados neste tempo “a abrirem três Portas Santas no próprio coração”, colocando em prática a fé, a misericórdia e a esperança. (PA) (Agência Fides 22/1/2016)
Com o espírito de colocar em prática as obras de misericórdia, o prelado convida os fieis de todas as paróquias a escolherem um apostolado específico dentre os quais educação, assistência no campo da saúde, formação dos desempregados, ajuda aos deficientes, cuidado da criação e inclusão dos pobres.
Toda comunidade é convidada a escolher um dia do Ano Santo para fazer uma peregrinação num destes três lugares: Porta Santa da Catedral de Phnom Penh, santuário dos mártires cambojanos e à igreja de Nossa Senhora de Mekong, em Arey Ksat.
Todos os católicos cambojanos, destaca, são chamados neste tempo “a abrirem três Portas Santas no próprio coração”, colocando em prática a fé, a misericórdia e a esperança. (PA) (Agência Fides 22/1/2016)
Fonte: http://www.fides.org/
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