quinta-feira, 12 de maio de 2016

Encontros: "IAM do Brasil a serviço da Missão na Europa" Realidade Missionária

No dia 29 de maio celebraremos a 4ª Jornada Nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM), que este ano tem como tema "IAM do Brasil a serviço da missão na Europa". Para preparar a jornada e fazer com que as crianças conheçam um pouco o continente europeu, a IAM da Diocese de Umuarama (PR), preparou o roteiro de quatro encontros, de acordo com a metodologia da IAM. Confira.

1º ENCONTRO - REALIDADE MISSIONÁRIA
• Ambiente: Mapas dos cinco continentes; desenho de pés nas cores missionárias; imagens do Papa Francisco, São Francisco Xavier e Santa Terezinha; cartaz da 4ª Jornada Nacional da IAM; fitinhas brancas (de tnt ou cetim) escrito paz - para amarrar no braço das crianças; Bíblia. - Reproduzir no chão o cartaz da 4ª Jornada Nacional da IAM, possibilitando que as crianças possam passear em volta.

• Acolhida: Receber a todos com alegria. No braço (pulso) de cada criança amarrar uma fitinha branca. Cantar o hino da Infância e Adolescência Missionária.

      Vida abundante ao mundo ofereço.
      Quero acender a chama do amor.
      Sou missionário e mesmo pequeno,
      Sirvo alegre ao Reino de Deus.

      Mãe de Jesus e das crianças
      Que mais precisam do nosso amor.
      Acolhe a todos sob o teu manto.
      Guia-nos sempre para o Senhor.

      Seguindo os passos dos padroeiros,
      Vamos a vida inteira doar:
      Como Francisco e Teresinha,
      Nossa missão é Cristo anunciar!

      Com alegria, construiremos,
      Senhor Jesus, teu Reino de amor.
      A Boa Nova anunciaremos,
      Com nossa vida, em teu nome, Senhor.

• Oração Inicial: Jesus é o nosso melhor amigo. Vamos fazer uma oração assim:
"Querido Jesus, sabemos que é nosso amigo, que está sempre conosco, que nos convida a ser amigo de todas as crianças e nos chama em nome do Pai Filho e Espirito Santo. Amém"
• Explicação do cartaz da 4ª Jornada Nacional da IAM:
Já celebraremos três jornadas da Infância e Adolescência Missionária. Vamos tentar recordar para para qual continente rezamos e ajudamos com nosso cofrinho missionário? A primeira jornada, celebrada em 2013, foi dedicada para a América. Que cor representa o continente americano? (deixar tempo para que as crianças falem)... A segunda foi pela África. Quem lembra a cor? (deixar um tempo para responder)... A terceira jornada, que foi celebrada no ano passado foi pela Ásia. Qual é a cor que representa a Ásia? (deixar um tempo). Neste mês, vamos celebrar a 4ª Jornada Nacional da IAM; vamos fazer um passeio e descobrir qual é o continente que ofertaremos nossa oração e sacrifício?
(Convidar as crianças a fazer um passeio pelo cartaz da 4ª Jornada Nacional da IAM, reproduzido no chão. Andar contornando o painel, questionar enquanto as crianças olham, dando um tempinho para que respondam: Quem está indo? Quem está na frente? De onde as crianças estão saindo e para onde estão indo? Os pés missionários estão chegando ou saindo do mapa? Quem está esperando de braços abertos?)

Que cor é a fita no braço de vocês? Branco, que simboliza a Europa. Este ano nos dá Infância e Adolescência Missionária vamos rezar e partilhar nossos sacrifícios com as crianças da Europa, pois eles estão precisando muito, muito de ajuda... A Europa já ajudou muito os outros continentes, enviando muitos missionários. Tem dois missionários europeus, que nós conhecemos e evangelizaram um montão. Também é na Europa que mora o missionário mais importante da terra, o primeiro animador da IAM, que com sabedoria ajuda todos os outros missionários do mundo. Vocês sabem quem são? (deixar um tempo para ver se as crianças sabem quem são os missionários).

• Leitura Bíblica - João 15,14 (leitura e reflexão)
Introduzir a Bíblia cantando a música "Canção das crianças do mundo"

      De todas as crianças do mundo, somos sempre amigos.
      Com o coração de Tereza e o amor de Francisco (bis).

      Pelo Senhor, fomos escolhidos
      para anunciar, mesmo pequeninos,
      seu Reino de Amor, justiça e libertação.

      Nossa Missão não é fazer maravilhas,
      mas fazer grandes, as coisas pequeninas;
      rezando todos os dias, servindo com alegria.

      Anunciar Jesus, esperança da Igreja.
      Unindo continentes, comunhão dos povos,
      pequeno fogo que queima, para acender outras chamas.

• Conhecendo a Europa
Na música que cantamos e também na saudação da IAM, dizemos que somos amigos de todas as crianças do mundo. O nosso melhor amigo é Jesus e com nossa oração queremos fazer muitos amigos para Ele também. Várias pessoas da Europa pensavam assim também. Assim, a Europa enviou muitos missionários para outros continentes, para que fizessem muitos amigos para Jesus... Um deles foi São Francisco Xavier, ele nasceu na Espanha, que no continente Europeu, e fez um montão de amigos para Jesus. Fez amigo para Jesus até no Japão!

Uma outra missionária foi Santa Terezinha do Menino Jesus. Ela nasceu na França, que também fica na Europa. Ela não podia sair pois morava em um convento, mas todo dia rezava para todos os missionários que faziam amigos para Jesus.

Hoje, são as crianças da Europa que estão precisando da nossa ajuda. Infelizmente, muitas delas não conhecem Jesus; as Igrejas estão vazias... Poucas pessoas falam de Jesus.

Além disto são muitas crianças que vem de outros países. Elas estão fugindo da guerra, da fome, da miséria. Estas crianças estão morando em abrigos e muitas não tem pai, nem mãe. Vocês sabiam que mais de dez mil crianças que foram se refugiar - proteger – acabaram desaparecidas na Europa? Outras são forçadas a trabalhar em redes criminosas.
O branco, que representa o continente europeu, recorda a paz. A Europa viveu muitos anos em guerra, mas hoje é um continente de paz. Em 2012 a União Europeia ganhou o prêmio Nobel da Paz por ter feito esta transformação. Vocês sabiam, que o nome da Irenia, mascote da turminha da Garotada Missionária que representa a Europa, significa paz?

• Oração final: 
Nosso compromisso desta semana é mostrar para nossa família e amigos a fitinha que ganhamos e contar o que ela significa. Nós podemos ir na Europa esta semana? Infelizmente, não... Então vamos fazer que nem Santa Terezinha. rezar para as crianças que estão sofrendo na Europa.
Agora, olhando para a nossa fitinha, vamos rezar uma Ave Maria...

Fonte: http://garotadamissionaria.blogspot.com.br/

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Contemplando Santo Terço: 1º Mistério

Olá caríssimos missionários,

Nós sempre rezemos o terço pelas intenções missionárias, e as imagens abaixo vão nos ajudar a rezar  o terço com mais fé e devoção pelos povos do mundo todo que  tanto precisam das nossas orações. 

Em breve postaremos os demais mistérios. 

Saudações missionárias. 









                        






terça-feira, 10 de maio de 2016

Senta que lá vem a história:O Vento e o Sol


O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte.
De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
- Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. Você começa!- propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. 
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo sentiu calor e despiu o paletó

segunda-feira, 9 de maio de 2016

ÁSIA/PAQUISTÃO - O Hospital católico Santa Elisabete na vanguarda no país nos cuidados aos doentes de câncer

Hyderabad (Agência Fides) – Acaba ser aberta uma unidade especial que oferece cuidados paliativos a doentes de câncer, com a terapia da dor, primeira experiência em todo o país: o hospital católico Santa Elisabete em Hyderabad, fundo em 1958, se confirma uma instituição preciosa no território da cidade da província de Sindh, e para todo o Paquistão, com a sua obra que, como diz o lema, “oferece as melhores curas possíveis ao menor custo possível”. Beneficia e assiste mais de 40 mil pacientes por ano, de todas as religiões, graças ao profissionalismo, estruturas e equipamentos de nível elevado. “Ajuda principalmente os mais carentes, comunidades rurais, pessoas com problemas socioeconômicos e famílias pobres”, observa à Fides pe. Robert MC Culloch, missionário de São Colombano. Há mais de 30 anos no Paquistão, foi durante anos Presidente do Conselho de administração do hospital. 
Pe. Mc Culloch foi o idealizador de um programa de sensibilização médica e promotor do primeiro centro de cuidados paliativos do Paquistão, que assiste doentes terminais também em suas casas. “Médicos e enfermeiros católicos vão até as famílias dos doentes e estabelecem relações de cordialidade”, explica, “e esta experiência-piloto está dando ótimos frutos”. 
“Graças aos cuidados e à obra do hospital, a Igreja paquistanesa não é vista como um corpo estranho na sociedade, mas como uma comunidade que é parte integrante, ajudando a curar suas feridas: esta obra contribui para melhorar as relações de paz, diálogo e harmonia na sociedade”, explica. O hospital recebeu recentemente a visita de Margaret Adamson, Alto Comissário da Austrália para o Paquistão, que renovou o seu apoio à estrutura e constatou o alto nível científico alcançado, confirmando que é um lugar de “relevante serviço ao bem comum no Paquistão”. (PA) (Agência Fides 22/4/2016)




Fonte: http://www.fides.org/pt

sábado, 7 de maio de 2016

Dica de atividade: A arca de Noé

Olá caríssimos missionários, 

A dica de hoje é a leitura da história de Noé, que está no livro de Gênesis, capitulo 6, podemos conhecer um pouco da história da Arca da Aliança, foi por Noé e sua família. 

Imprima pinte e cante conforme o desenho abaixo.

"De todas as crianças e adolescentes do mundo, sempre amigos!"



terça-feira, 3 de maio de 2016

Senta que lá vem a história: A casa dos espelhos

Há muito tempo havia na cidade uma coisa bem interessante. Era conhecida como a "casa dos mil espelhos". 

As pessoas ficavam muito curiosas por saber o que havia lá dentro, pois se dizia que era uma casa mágica, mas tinham muito medo de serem amaldiçoadas ao entrar lá.

Certo dia, dois homens da cidade decidiram entrar na casa. Eram dois amigos, mas tinham atitudes bastante diferentes um do outro. Ao entrar na casa, puderam comprovar isso.

O primeiro a entrar foi Mateus, um homem alegre, que vivia sorrindo e brincando com as pessoas da cidade. Ao entrar na casa, foi saudado por centenas de pessoas( ele mesmo refletido nos espelhos). A casa estava cheia de gente, todos alegres, vibrantes, sorridentes. Mateus ficou encantado com o lugar e saiu correndo para dizer ao amigo que também entrasse para ver que lugar maravilhoso era aquele.

Encontrou o amigo na porta da sala. Pedro, o amigo, não era de muitos sorrisos. Sempre agia com rigidez, com a testa franzida e os olhos raivosos. Mateus disse-lhe o que havia visto e todas as pessoas que o saudaram. Pedro não acreditou muito, pois sempre ouvira falar que a casa era mal assombrada. Decidiu conferir por conta própria.

Ao entrar na casa, viu várias pessoas desconfiadas, encarando-o ( ele mesmo refletido nos espelhos). Todos os rostos estavam fechados, com aparência de ódio. Pedro resolveu falar alto para mostrar que não tinha medo de cara feia. Em coro, todos os que estavam na casa também gritaram e mostraram-se ainda mais hostis. Pedro decidiu sair dali e nunca mais voltar.

- Que lugar horrível, você me enganou – disse ao amigo ao sair. 


Fonte: http://www.catequisar.com.br/mensagem

segunda-feira, 2 de maio de 2016

EUROPA/ESPANHA - Escravidão infantil, flagelo do século XXI: romper as correntes



Madri (Agência Fides) – A demanda de mão de obra de baixo custo, a pobreza, a falta de oportunidades, a desagregação do núcleo familiar e a perda de valores da comunidade são as principais causas da escravidão de menores e dos abusos que continuam a se verificar ainda hoje, 200 anos depois da abolição da escravidão, e envolvem pelo menos 9 milhões de crianças. 
Por ocasião do Dia contra a Escravidão Infantil, celebrado anualmente em 16 de abril, a Procura das Missões Salesianas enviou à Fides uma nota sobre o compromisso dos Salesianos, presentes em várias partes do mundo, no combate a este flagelo. 
“Queremos dar voz a milhões de crianças, denunciar a escravidão infantil e exigir medidas para erradicar este flagelo do século XXI”, afirmam os Salesianos, propondo uma campanha global intitulada “Romper as correntes”.

As fábricas de tijolo e de tecidos no Afeganistão e na Índia usam crianças no trabalho, em condições de escravidão. No Brasil, são empregadas em minas. Em Mianmar trabalham em canaviais. Em Serra Leoa, na procura de diamantes e de coltan, na República Democrática do Congo. Na coleta de algodão no Egito e no Benin, de cacau na Costa do Marfim. Em muitos outros lugares do mundo, milhões de crianças e jovens são explorados todos os dias no trabalho doméstico, na prostituição, na mendicância. 
Na Colômbia, Índia, Benin, Costa do Marfim e Mali, os Salesianos enfrentam estra trágica realidade e tentam oferecer às crianças vítimas da escravidão uma segunda chance, para que sejam protagonistas de suas vidas e rompam, assim, as correntes que os prendem. 
(CE) (Agência Fides, 16/04/2016)


Fonte: http://www.fides.org/pt

quinta-feira, 28 de abril de 2016

FORMAÇÃO: Leitura Orante da Bíblia

Olá caríssimos missionários, 

Para um compromisso sério com a sua caminhada, vocês, crian­ças, adolescentes e jovens missionários necessitam cultivar momentos profundos de espiritualidade. A experiência tem mostrado que as cri­anças e adolescentes são capazes de viver profundamente estes momentos.

No Brasil e na América Latina existe um jeito de fazer a Leitura Orante próprio dos "pequenos", dos pobres. Os pobres entende­ram que fé e vida caminham juntas. A Palavra de Deus é para tem­perar a vida.

A sabedoria para compreender as coisas de Deus é dada so­mente aos pequeninos, aos pobres. Por isso Jesus, muito feliz, dis­se: "(...) Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escon­deste essas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado" (Lc 10,21).

Jesus comparou a Palavra de Deus a uma lâmpada. A lâmpada não é para ser olhada: devemos é olhar para o que a lâmpada está iluminando. Assim também a Bíblia: foi feita para ilu­minar o chão de nossas vidas. Com a sua luz, saberemos o que deve ser "consertado", para sermos novamente conforme o sonho de Deus. Misturando Bíblia e Vida, os pobres viram refletida na Bíblia a vida deles e convenceram-se de que, como na época do povo da Bíblia, em que Deus ouviu o clamor dos pobres e cami­nhou lado a lado com eles, também hoje, por meio das Escrituras Sagradas, da vida e da comunidade, Deus continua falando.

As crianças e os adolescentes missionários, alimentados pela Leitura Orante da Bíblia, mostram que amam Jesus, fazendo o que Ele fez: empenham-se pela igualdade, justiça, fraternidade, a fim de que toda a riqueza do mundo seja partilhada e todos tenham uma vida digna.

A Leitura Orante da Bíblia é como um colírio: limpa os olhos embaçados, para que se comece a enxergar com os olhos de Deus. Não é um momento de estudo, nem um tempo para preparar um trabalho pastoral: é um momento de leitura da Palavra de Deus e de escuta do que ela nos diz pessoalmente, para melhor viver o Evangelho de Jesus.

Pontos que orientam a leitura orante pessoal da Bíblia e a mística que a deve animar:

1 - Faça-se em mim segundo a tua palavra. O momento da Leitura orante da Bíblia não é um momento de estudo nem um tempo para realizar um trabalho pastoral, ou adquirir mais conhecimento. É, antes de tudo, um momento de ler a Palavra de Deus e escutar o que esta palavra tem a nos dizer para melhor viver o Evangelho de Jesus Cristo. Nesse momento é necessário ter a atitude que o velho Eli recomendou ao menino Samuel: "(...) Fala, Senhor, que teu servo escuta (...)" (1ºSm 3,9). Esta também foi a atitude obedien­te de Maria: "Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

2 - Invocar o Espírito: É o momento em que se deve estar aberto à docilidade do Espírito Santo. Escutar Deus não depende da pessoa, mas Dele. É um momento de gratuidade por parte do Pai. Para isso é preciso um preparo vigilante na oração, no silêncio para des­cobrir o sentido que a Palavra de Deus tem para cada um, hoje.

3 - Criar um ambiente de recolhimento, que se torne o espaço sagrado. É o momento do silêncio. Lugar de recolhimento. Ler a Bíblia é como visitar um amigo. Os dois exigem o máximo de aten­ção, respeito, amizade, entrega e escuta atenta. Uma boa posição do corpo favorece o recolhimento da mente.

4 - Receber a Bíblia como Livro da Igreja. Ao abrir a Bíblia deve-se estar consciente que esse livro não é propriedade pessoal mas da comunidade. A leitura orante é o barco que nos conduz pelas curvas do rio até o mar. É luz que ilumina as noites escuras da vida. Mesmo que se esteja só realizando este momento de oração, esta­rão junto todos os que já fizeram esta experiência amorosa de Deus.

5 - Ter uma correta atitude interpretativa diante da Bíblia. Para isso deve-se estar atento a 3 passos ou atitudes:
 Conhecer, respeitar, situar, ver o que o texto diz. Para isso é im­portante manter o silêncio, evitar que se leve o texto a dizer só aquilo que se gosta de escutar.
2° É o momento da meditação: ruminar, dialogar, atualizar. Pergun­tar-se: O que o texto diz para mim, para nós? Entrar em dialogo com o texto. Ligar o texto com a vida que a gente vive, com a realidade.
3° Oração: Suplicar, louvar, recitar. O que o texto faz dizer a Deus? É o momento de prece, de vigiar em oração. Chegou a hora de se responder a Ele.

6 - Colocar-se aberto à palavra para chegar à contemplação. Enxergar, saborear, agir. Contemplar é ter nos olhos algo da sabe­doria que leva à salvação; ver o mundo, a vida com os olhos dos pobres, com os olhos de Deus; excluir de si tudo o que vem do poder; saborear, desde já, algo do amor de Deus que supera todas as coisas; o amor de Deus se revela no amor ao próximo; dizer sempre: "faça-se em mim segundo a tua Palavra" (Lc 1,38).

7 - Procurar, por todos os meios, que a interpretação seja fiel. Para que o momento da oração não fique só na conclusão dos pró­prios sentimentos é necessário levar em conta três exigências:
1ª O resultado da oração deve ser confrontado com a fé da Igreja, isto é, com a fé da própria comunidade.
2ª Confrontar com a realidade da vida em que se vive. Estar atento à fé da Igreja. O fraco resultado da oração é consequência de uma não atenta escuta da voz de Deus.
 Confrontar sempre o resultado da oração com a exegese. A leitu­ra orante não pode ficar parada na letra. Deve procurar o sentido do Espírito (2Cor 3,6).

8 - Imitar o exemplo de Paulo. São Paulo dá os seguintes conse­lhos:
1° A palavra foi escrita para a nossa instrução (1ºCor 10,11).
2° Voltar o olhar para Jesus Cristo, pois só com Ele cai o véu e a escritura se revela como sabedoria que leva à salvação.
 Paulo fala de "Jesus Cristo Crucificado", "escândalo para uns e loucura para outros" (2ºCor 2,2; 1ºCor l,21s). Foi Ele que abriu os
olhos para perceber a Palavra viva no meio dos pobres.
4° Misturar o eu e o nós, nunca só o eu e nunca só o nós!
 Ter presente os problemas: pessoais, familiares, comunitários, da Igreja, do povo, das comunidades.

9 - Descobrir na Bíblia o espelho do que vivemos hoje. Ter pre­sente que o texto que se leu não é só uma janela por onde se olha para saber o que aconteceu no passado; é também um espelho, para ver o que acontece com a gente, hoje.

10 - Interpretar a vida com a ajuda da Bíblia. Na leitura orante da Bíblia, o objetivo último não é interpretar a Bíblia, mas interpretar a vida. Celebrar a palavra viva que Deus fala hoje na vida de cada um, na vida do povo, na realidade do mundo em que se vive.

Fonte: http://garotada-diretrizes.blogspot.com.br/